Veja alguns rótulos à venda da Catharina Sour, primeiro estilo brasileiro a constar no BJPC

Catharina Sour foi anunciada como integrante de um dos principais guias de juízes de cerveja do mundo. Marcas catarinenses já estão comercializando versões com maracujá, pêssego, cupuaçu e amora


Fonte: Assessoria de Imprensa

O dia 4 de julho é histórico para o mercado brasileiro de cervejas. O primeiro estilo criado aqui chegou a um dos principais guias de cerveja do mundo, o Beer Judge Certification Program (BJPC). A Catharina Sour agora consta como um do estilos provisórios e poderá ser oficialmente incluída em concursos de todo o globo.

Fizemos uma seleção de algumas cervejarias que já colocaram à venda rótulos com o estilo Catharina Sour. Veja:

 

Catharina Sour Maracujá, da Cerveja Blumenau

Cerveja-Blumenau-180219-Catharina-Sour-MaracujáO estilo que nasceu em terras catarinenses está conquistando cada vez mais os paladares dos apaixonados por cerveja artesanal. Essa é uma das apostas da Cerveja Blumenau, que traz no mix a Catharina Sour Maracujá. O sabor tropical é premiado: foi medalha de prata no Concurso Brasileiro de Cervejas em 2017, na categoria experimental. O rótulo tem 2 IBUs (unidade de amargor que vai de 0 a 120) e 4% de teor alcoólico.

 

 

Catharina Sour Sun of Peach, da Cerveja Blumenau

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A primeira Catharina Sour da Cerveja Blumenau aposta no perfume e sabor delicado do pêssego. É levemente ácida, refrescante e fácil de beber. O rótulo foi medalha de prata no Australian International Beer Awards, em 2016. O teor alcoólico é de 4,1% e 2 IBUs (escala de amargor que vai de 0 a 120).

 

 

 

Catharina Sour com cupuaçu, da Schornstein

Schornstein-180518-Catharina-Sour-Cupuaçu-Divulgação-2O Sul e o Norte se encontram neste rótulo. Do estilo nascido em terras catarinenses e com uma das frutas mais consumidas na região amazônica, a Catharina Sour com cupuaçu, da Schornstein chega ao mercado com bastante personalidade. O sabor adocicado do ingrediente é harmonizado com a acidez característica do estilo. A cerveja nasceu através do projeto Usina Schornstein, em parceria com alunos da Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM) e é comercializada em latas de 473 ml. Com alto drinkability, a bebida tem 4 IBUs (escala de amargor que vai do 0 a 120) e graduação alcoólica de 4%.

Catharina Sour com amora, da Alles Blau

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A coloração avermelhada já conquista os olhares ao servir no copo. Mas o grande destaque deste rótulo é o sabor. A Catharina Sour com amora, da Alles Blau, traz a acidez característica do estilo combinada ao dulçor da fruta. É leve, refrescante e com alto drinkability. A cerveja tem 7 de IBUs (unidade de amargor que vai do 0 a 120) e 4,6% de graduação alcoólica.

 

 

Rancho Urbano: melhor bar do Tatuapé

 

Emporio Rancho Urbano fica no Tatuape (SP)
Escondidinho de queijo com linguiça, dentro de um queijo do Serro (MG), é o prato chefe do Rancho Urbano (Foto: Juliana Ribeiro)


Um lugar com ótimo atendimento, degustação gratuita de três tipos de cachaças, cervejas artesanais variadas e comida maravilhosa. Assim é o Empório Rancho Urbano, no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo (SP).

O bar-restaurante-cachaçaria é um daqueles lugares que você vai uma vez e indica para outros e esses vão indicando para os conhecidos. De cara, o atendimento chama a atenção porque os atendentes realmente entendem de cerveja e cachaça e conseguem explicar tão bem os pratos, que basta ouvir para já ter vontade de comer.


O Rancho Urbano tem 12 torneiras de chopes artesanais com opções que vão do tradicional Pilsen a uma boa Barley Wine. A carta de cervejas em garrafas também não decepciona e para quem gosta de uma boa cachaça, três garrafas em cima do balcão estão disponíveis para quem quiser experimentar.

Escondidinho dentro do queijo

No cardápio, o prato mais pedido e que eu, com certeza, indico é o Escondidinho Serro Estrela. Esse manjar dos deuses é um queijo trufado (recheado com linguiça) da região do Serro (MG), que transforma-se em dois pratos com pão italiano e pimenta biquinho como acompanhamentos.


Primeiro prato: o queijo redondo tem sua parte externa preservada e a parte interna é derretida. Ele chega à mesa como se fosse uma panelinha.

Segundo prato: a parte externa do queijo é derretida e fica parecida com um fondue de queijo como linguiça.

 

 

Confira aqui o cardápio online de comidas e bebidas.


Veja como chegar

 

 

 

 

Vem aí a 13ª cerveja Trapista do mundo

Tynt Meadow é a nova cerveja Trapista
O nome Tynt Meadow é homenagem ao local onde os monges estabeleceram-se em 1835 (Foto: bbc.com)


Fonte: BBC News
Por: Juliana Ribeiro

O mosteiro inglês Mount Saint Bernard Abbey (Abadia do Monte São Bernardo) recebeu autorização para começar a produzir cerveja Trapista. Este é o primeiro mosteiro da Inglaterra e o 13º do mundo autorizado a usar o selo da Associação Internacional Trapista em seus produtos.

Os monges decidiram abrir a cervejaria em 2013, depois que, por razões econômicas, tiveram que fechar a fazenda que mantinham no local.

A nova cerveja começa a ser vendida em julho, apenas na abadia e em lojas próximas ao local. O nome será Tynt Meadow, em homenagem ao local onde os monges estabeleceram-se em 1835. O teor alcoólico deve ficar em torno de 7,4%.

 

O que é cerveja trapista?

De acordo com a International Trappist Association, a cerveja deve ser preparada dentro da abadia pelos monges ou sob sua supervisão.

As atividades da cervejaria devem ser secundárias em importância para o trabalho e modo de vida do monastério

Não deve ser administrado como um empreendimento lucrativo, com fundos para financiar as despesas e os gastos dos monges e para ajudar causas beneficentes.

Seis das 12 cervejarias trapistas estão sediadas na Bélgica, com duas da Holanda e uma na Áustria, na Itália e nos EUA.

Alguns mosteiros trapistas também fazem pão, queijo, chocolate e outros produtos

Outros produtos alcoólicos feitos por diferentes ordens de monges incluem o licor francês Chartreuse e o controvertido vinho tônico Buckfast, que é feito em Devon.

 

 

 

Onde beber cerveja artesanal no Brasil

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Se você é desses (as) que toda vez que chega a uma nova cidade já começa a procurar bares para beber cerveja artesanal, seja bem-vindo (a).

Aqui é o seu lugar!

 

 

Distrito Federal

Brasília

Goiás

Pirenópolis

São Paulo

São Paulo (capital) 

Cervejas com sabores brasileiros conquistam goianos

Piri Bier, festival de cervejas artesanais de Pirenópolis
Público no Piribier em 2018: festa celebrou os rumos do mercado cervejeiro, que em Goiás está crescendo (Foto: Divulgação)

 

Tema do Piribier neste ano, sabores regionais se consolidam como aposta do mercado cervejeiro artesanal

 

Fonte: O Popular
Por: Juliana Ribeiro

As cervejas com frutas, castanhas e especiarias regionais chegaram para ficar e não poderia ser diferente em Goiás. A variedade de sabores da região contribui para o lançamento crescente de novos rótulos e desperta o interesse de consumidores. A tendência ficou visível para quem visitou o Piribier, festival de cervejas artesanais de Pirenópolis que terminou no último domingo e reuniu produtores de cerveja artesanal de várias partes do País e do exterior. Entre os 250 rótulos vendidos em 24 estandes, foi possível beber cervejas com pequi, pimenta bode, baru, jabuticaba, goiaba, manga e mexerica, por exemplo.

A 2ª Copa Piribier de Cervejas Caseiras, realizada durante o festival, aceitou inscrições apenas de cervejas com frutas, condimentos e especiarias genuinamente nacionais. As três primeiras colocadas no concurso foram: Brown Porter com cumaru, India Pale Ale com sucupira e Witbier com umbu coentro e limão siciliano. A cerveja vencedora será produzida industrialmente pela Cervejaria Goyaz, que produz o rótulo Colombina, e vendida no segundo semestre, em Goiânia.

Para o presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Carlo Lapolli, o uso de frutas e madeiras (para armazenamento) na fabricação da cervejas incentiva a curiosidade sobre a bebida porque esses sabores e aromas despertam a memória emocional. “As pessoas já têm uma ligação natural com as frutas, principalmente as da região. Algumas lembram a infância, a casa da avó, o quintal de casa”, explica ele, que esteve em Pirenópolis.

Lapolli acredita que essa variedade regional é o diferencial da cerveja brasileira e diz que recebe muitos contatos de pessoas de fora do país querendo importar cervejas brasileiras. “Eles sempre estão buscando isso, essa regionalidade, essa brasilidade”, destaca.

Um dos maiores especialistas brasileiros em gastronomia e cervejas, Ronaldo Rossi foi um dos jurados da comissão que avaliou os participantes da Copa Piribier e se diz surpreso com a variedade de sabores do Cerrado e suas possibilidades gastronômicas. “Eu não conhecia o cajazinho antes de vir a Goiás”, destaca o chef e sommelier ao lembrar de cervejas com essa fruta que estavam sendo vendidas no festival.

Investimento

Não é por acaso que cervejarias locais investem em sabores do Cerrado. A cerveja Colombina, da Cervejaria Goyaz, em Goiânia, por exemplo, produz rótulos com nomes e ingredientes típicos de Goiás. Vale destacar a Saison do Pé Rachado (com pequi), a Romaria (com baunilha do Cerrado e mutamba) e a Braveza (com jabuticaba). Quem quiser variar, ainda pode experimentar as cervejas com pimenta bode, murici, cagaita, seriguela ou rapadura moça branca, comprada de produtores de Nerópolis.

O sommelier de cervejas da empresa, Alberto Nascimento, explica que a Colombina começou a investir em ingredientes regionais quando decidiu se posicionar como cerveja local. Ele acredita que as cervejas com frutas têm feito tanto sucesso porque permitem criatividade e muitas variações de sabores. “O consumidor goiano tem se interessado cada vez mais por cervejas artesanais. Acredito que é o movimento natural de despertar curiosidade, mudar a experiência de consumo”, explica Nascimento.

Os sabores regionais da Colombina estão sendo exportados desde 2017 e, semana passada, a cerveja Romaria recebeu medalha de platina como um dos destaques no concurso Meininger’s International Craft Beer Award, na Alemanha. (Juliana Ribeiro é jornalista e sommelier de cerveja e participou do Piribier)

 

Frutos da terra

 

Cajazipa, cerveja produzida na Cidade de Goiás
Cajazipa, cerveja de cajazinho produzida na Cidade de Goiás


O movimento cervejeiro em Goiás tem rendido cada vez mais frutos. Novata no mercado das cervejas artesanais, a Vila Boa Cervejaria, outro exemplo, é da cidade de Goiás e também marcou presença no Piribier com a Cajazipa, uma India Pale Ale com cajazinho.

Para os proprietários Vandré Borges Santana e Maria Teresa Mendes Guimarães, os ingredientes típicos incorporam sabor e aroma diferenciados à cerveja e como o cajazinho é um dos frutos mais marcantes da região, foi escolhido para que a cerveja tivesse a cara da cidade. “O suco é extremamente tradicional e o picolé da Praça do Coreto sempre é procurado pelos turistas”, explica Vandré.

A Oktos Cervejaria, de Aparecida de Goiânia, levou para o festival estilos como American Pale Ale com manga e Barley Wine com açúcar mascavo. A Astúria Cerveja, de Goiânia, misturou tamarindo, manga, pêssego, maracujá e cajá em um rótulo do estilo India Pale Ale. Do Distrito Federal, vieram cervejas com goiaba (Corina Cervejas), mexerica (Cervejaria Metanoia) e jabuticaba (Cervejaria Amortentia).

 

Leia mais:

Pirenópolis, capital goiana da cerveja

 

 

Pirenópolis, capital goiana da cerveja

Piri Bier, festival de cerveja artesanal de Pirenópolis
Edição anterior : criado há três anos, Piribier segue movimento integrado por universidade e empresários (Foto: Flavio Isaac)

A pequena cidade de 24 mil habitantes, conhecida por suas belezas naturais e pelo burburinho da Rua do Lazer, encontrou mais uma vocação turística e econômica


Fonte: O Popular
Por: Juliana Ribeiro
 


Ir a Pirenópolis para beber cerveja artesanal é uma ideia que tem atraído mais pessoas a cada ano. A pequena cidade de 24 mil habitantes, conhecida por suas belezas naturais e pelo burburinho da Rua do Lazer, encontrou mais uma vocação turística e econômica e já pode ser chamada de capital goiana da cerveja.

Dois momentos foram marcantes para consolidar essa imagem. Em 2015, foi realizado o 1˚ Piribier, festival anual de cervejas artesanais, que acabou por incentivar a criação do Núcleo de Estudos da Cerveja da Universidade Estadual de Goiás (UEG). O núcleo integra o curso de Tecnologia em Gastronomia do Câmpus Pirenópolis.

Este ano outra novidade chega à cidade, o 1˚ Congresso Técnico de Sommerliers. Organizado pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), o encontro é mais um evento a atrair profissionais brasileiros e estrangeiros para a região.

Para o presidente da Abracerva, Carlos Lapolli, com eventos como o Congresso e o Piri Bier, todos ganham. A cidade que passa a ser conhecida por novas pessoas e os visitantes, que têm a oportunidade de vivenciar a riqueza do Cerrado. “A gastronomia é o ponto forte da região. É um cenário perfeito para falar de cerveja artesanal, que busca sempre o consumo local e as raízes”, diz Lapolli. (Juliana Ribeiro é jornalista e sommelier de cervejas)

 

Cervejeiros investem em Pirenópolis 


Pirenópolis já tem uma fábrica local, a Santa Dica Cervejaria

 

Lucas Amaral de Faria é dono do bar de cervejas especiais Êiou, em Pirenópolis
Lucas Amaral de Faria: ele investiu em casa especializada (Foto: Divulgação)

Empresários e cervejeiros apaixonados por cerveja também encontraram um nicho em Pirenópolis e têm investido na cidade, que conta com diversos empórios e bares de cervejas especiais nacionais e importadas. Pirenópolis já tem uma fábrica local, a Santa Dica Cervejaria.

A cervejaria foi criada para ter uma identidade forte com a cidade, como conta o sócio Ernesto Matthias de Pina Walde. Da logomarca com desenhos das Cavalhadas aos ingredientes regionais, tudo foi cuidadosamente planejado. “Os turistas que chegam à cidade têm interesse em conhecer ‘a cerveja de Pirenópolis’. Isso incentiva pessoas que nunca tomaram cerveja artesanal queiram experimentar”, destaca.

Para Ernesto, Pirenópolis ainda tem uma produção pequena, mas pode ser chamada de capital da cerveja goiana por causa da importância política e estratégica, já que recebe grandes eventos do setor e possui o Núcleo de Estudos da Cerveja da UEG. “Aqui foram tomadas decisões importantes como a assinatura da Carta de Pirenópolis”, destaca.

Bar Êiou

Entre os bares de cervejas especiais, o Êiou é um dos mais especializados. Foi inaugurado em 2016 pelo mineiro Lucas Amaral de Faria, administrador e sommelier de cervejas. “Como na cidade ainda não tinha uma casa que trabalhasse especificamente com cervejas especiais, resolvemos unir o útil ao agradável”, explica.

Para o proprietário do Êiou, a união de esforços entre UEG e empresários do ramo está fazendo de Pirenópolis um polo cervejeiro difícil de se ver em outros Estados. “Precisamos que o poder público enxergue assim, para consolidarmos a cidade como um atrativo turístico cervejeiro, além de natural e histórico”, destaca.  (Juliana Ribeiro é jornalista e sommelier de cervejas)


Movimento cervejeiro pirenopolino nasceu com a “Carta de Pirenópolis”

 

 

Pirenópolis, capital da cerveja artesanal em Goiás
Universidade Estadual de Goiás tem um câmpus na cidade de Pirenópolis (Foto: Arquivo pessoal)


A Carta foi o primeiro passo para a criação do Núcleo de Estudos da Cerveja, que integra o curso de Tecnologia em Gastronomia do Câmpus Pirenópolis

 

 

A criação de um polo cervejeiro em Pirenópolis começou a ganhar forma em 2015, quando representantes da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e empresários cervejeiros reuniram-se após o 1˚ Piribier para discutir maneiras de incentivar o setor. O resultado foi a assinatura da Carta de Pirenópolis, primeiro passo para a criação do Núcleo de Estudos da Cerveja, que integra o curso de Tecnologia em Gastronomia do Câmpus Pirenópolis.

Além do núcleo de estudos, o acordo entre a UEG e as empresas Piribier, Escola da Cerveja e Cervejaria Colombina previa a doação de equipamentos e a transferência de tecnologia e de estrutura necessárias para desenvolver a cultura e a produção cervejeira artesanal na região.

Segundo o coordenador do curso e do núcleo, Vanderlei Alcântara, a UEG já colhe avanços importantes no incentivo à pesquisa desse setor. Professores têm sido convidados para eventos científicos nacionais e internacionais e o número de estudantes interessados no tema aumenta a cada dia. Ano passado, 5 dos 17 artigos apresentados como Trabalho de Conclusão de Curso (TC) pelos formandos do Curso de Tecnologia em Gastronomia tinham a cerveja artesanal como tema.

A UEG também forma mão de obra especializada por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec). Em 2017 foram 40 profissionais contemplados e este ano já está em andamento uma turma com 20 alunos. De acordo com Vanderlei, a maior parte desses profissionais é contratada por lojas especializadas em cervejas artesanais, pela organização do Piri Bier e pela Santa Dica Cervejaria.

O polo cervejeiro de Pirenópolis ainda conta com duas novidades. No segundo semestre deste ano terá início um curso cervejeiro artesanal, aberto à comunidade. Em até dois anos, está prevista a criação de um curso de Pós-Graduação em Produção Cervejeira que será o primeiro do Brasil oferecido por uma universidade pública.

Este ano, quatro estilos de cerveja produzidos no câmpus da UEG vão competir na Copa Piri Bier de Cervejas Caseiras: English Pale Ale com rapadura e capim limão, Weiss com adição de bacupari, Dry Stout produzida 100% com água de coco e Catharina Souer com adição de cajuzinho do cerrado). Por enquanto, essas cervejas ainda são experimentais e catalogadas como estudo científico, mas a UEG vai pedir o registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para que possam ser comercializadas. (Juliana Ribeiro é jornalista e sommelier de cervejas)

 

 

Distrito Federal: onde beber cerveja artesanal

 

Brasilia

A cena cervejeira em Brasília e em outras cidades do Distrito Federal está borbulhando e as novidades são constantes. Novas cervejarias e bares surgem a cada mês.

Confira os bares que eu indico.

 

Brasília

 

Beco das Garrafas (como chegar)

Cervejaria Criolina

Curral da Corina

Bar Godofredo

Empório Soares e Souza

I Love Beer Tap House

London Street Pub (como chegar)

Mestre Cervejeiro

Pinella

Santuário Casa da Cerveja

Stadt Bar & Music

 

 

Guará

Mercadinho Lobão

São Paulo: onde beber cerveja artesanal

Tarefa difícil escolher um bar ou restaurante para beber cerveja artesanal na capital paulsita porque as opções são inúmeras. A cada dia novos lugares são inaugurados e, por isso, essa lista está sendo constantemente atualizada.

Confira a listagem que está divida por regiões!

 

Zona Central

 

Bairro Consolação

Tap Tap SP


Paulista

Bar do Urso

Asterix Cervejaria


Vila Buarque

Bar do Urso

Cervejaria Dogma

 

Zona Leste

 

Mooca

Bar do Urso


Tatuapé

Blackpool Pub

Cervejoteca

Empório Rancho Urbano


Vila Gomes Cardim

Bar do Urso

 

Zona Norte

 

FrangÓ

Taberna ChoppWagen

Zona Oeste

 

 

Butantã

Bar do Urso


Cerqueira César

Bar do Urso


Itaim Bibi

Fritz Cervejaria Artesanal


Perdizes

Bar do Urso

Trilha Cervejaria


Pinheiros

3 Brasseurs

Ambar Cervejas Especiais

Bar do Urso

BrewDog São Paulo

Cateto Pinheiros

Cervejaria Nacional

Choperia São Paulo

Delirium Café São Paulo

EAP – Empório Alto de Pinheiros

Goose Island Brewhouse


Pompéia

Capitão Barley Cervejas Especiais

Cervejaria Ideal (como chegar)


Vila Ipojuca

Casa Avós Cerveja Artesanal (como chegar)


Vila Madalena

Cerveja Artesanal São Paulo

SP Tap House


Vila Romana

O Pingado (antigo Sagarana)

Seraphina Cervejaria 

 

Zona Sul

 

Moema

Barcearia

La Fraternité


Vila Andrade

Bar do Urso


Vila Mariana

Cervejoteca


Vila Nova Conceição

Bar do Urso

 

 

 

 

Colorado comemora Saint Patrick’s Day com vale-chope e descontos

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Fonte: Assessoria de Imprensa

 

O Saint Patrick’s Day é um feriado irlandês que celebra o santo padroeiro do país. Com o passar dos anos, essa comemoração ganhou proporções mundiais e espalhou por muitos países a figura folclórica do homem baixinho, de paletó e cartola verdes, que simboliza sorte, acompanhado sempre de um trevo de quatro folhas e conhecido por lutar e proteger o pote de ouro no fim do arco-íris, seu maior tesouro. O tema ganhou tema em bares e pubs na Europa, Estados Unidos, e há anos já é comemorado no Brasil.

Para celebrar, pela primeira vez, o Saint Patrick’s Day a Colorado disponibilizará vale-chopes em ação online, onde os consumidores buscarão o “pote de mel da Appia”, em alusão ao pote de ouro, mas de um jeito muito mais brasileiro. ­­­

Os consumidores deverão acessar um hotsite e após o preenchimento de breve cadastro, poderão gerar seu vale-chope e indicar o e-mail de um amigo, passando a sorte adiante. Dessa forma, uma rede de sortudos será presenteada e poderá retirar a bebida em qualquer Bar do Urso. A promoção é restrita a maiores de 18 anos e limitada a um vale-chope (um copo de chope de 350 ml) por CPF e ficará disponível entre os dias 13 e 18 de março, ou enquanto durarem os estoques.

Além dos vale chopes, a Colorado promoverá ainda a busca pelo pote de mel no site Empório da Cerveja. Um ícone ficará transitando pelas páginas do portal de compras e caso o consumidor o encontre, basta clicar para abrir diversas ativações de descontos para compras online. Esses descontos também só ficarão disponíveis entre os dias 13 e 18 de março e serão restritos aos consumidores que acharem os ícones do pote de mel.

Ainda na temática folclórica do Saint Patrick’s Day, o Bar do Urso servirá chope Appia verde durante todo o fim de semana.

St. Patrick’s Day – Colorado
Hotsite St Patrick’s: http://bardoursocolorado.com.br/
Empório da Cerveja: https://www.emporio.com/
13 a 18 de março de 2018
Outras informações: https://www.cervejariacolorado.com.br/

Sobre a Cervejaria Colorado

Desde sua fundação, em 1996, a Cervejaria Colorado vem misturando os mais legítimos sabores brasileiros. O malte e o lúpulo rigorosamente selecionados são combinados com ingredientes especiais, escolhidos a dedo, como café, rapadura, mandioca e mel, formando sabores inusitados e mundialmente brasileiros. Junto com tudo isso, adicionamos uma boa dose de ousadia, originalidade, colaboração e tradição da cerveja artesanal. Tudo isso faz dos rótulos da Cervejaria Colorado premiados no mundo inteiro.

A receita do sucesso é não ter receita pronta. É acreditar nos sabores e na identidade brasileira para produzir cervejas interessantes, emocionantes e deliciosas como o Brasil.

 

Informações para imprensa:

EmeDois Press
www.emedoispress.com.br
Fone: (11) 4081-1185
Mariana Marques
mariana@emedoispress.com.br
Adriana Monteiro
adriana@emedoispress.com.br
Nadja Pontes
nadja@emedoispress.com.br

Brasília recebe o maior festival de cervejas e homebrewers da região

 

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Fonte: Curta Mais

 

Prometendo repetir o sucesso da primeira edição, entre os dias 30 de março e 1ª de abril, acontece em Brasília a segunda Brew Fest & Homebrewers, festival de cervejas especiais que promete reunir na cidade o melhor da bebida feita no mundo e na capital.

O evento, que acontece na Torre de TV, também terá praça de alimentação com chefs e especialistas da gastronomia feita em Brasília.

A festa será embalada por bandas de rock e DJs da capital em uma programação que será anunciada em breve.

Os ingressos para o festival custam R$ 20 (meia-entrada).

SERVIÇO
Brasília Brew Fest & Homebrewers – Festival de Cervejas Especiais
Quando: entre 30 de março e 1ª de abril (sexta e domingo)
Onde: Torre de TV
Horário: 11h
Ingressos: R$ 20 (meia-entrada)
Mais informações: Bilheteria Digital